PROJETO CORDAS QUE RESTARAM
O Projeto ‘Cordas que Restaram’ foi criado em 2017 para pessoas da comunidade. Por meio dele, a Oseec entra nas escolas públicas com uma breve palestra, seguida de uma apresentação orquestral comandada pelo Maestro Michel Lima, de modo a proporcionar aos adolescentes da periferia uma oportunidade de conhecer os instrumentos clássicos.
O projeto recebeu esse nome em homenagem ao violinista Itzack Perlman, vítima de uma doença chamada pólio, que andava com o auxílio de muletas devido à sua atrofia nas pernas. Conta-se que em um determinado concerto ao afinar as cordas de seu violino, uma delas se partiu e, ao invés de atrasar o início do espetáculo pedindo uma nova corda, ele tranqüilamente e fez uma apresentação belíssima.
UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
Ao ser questionado por repórteres, ele respondeu ‘o grande desafio da vida é fazer música com as cordas que restaram’, fazendo alusão a sua vitória sobre as dificuldades impostas pelas sequelas da doença. É essa mensagem que queremos passar para os estudantes das nossas favelas, de que o grande desafio da vida é, diante das difíceis
As escolas públicas da Zona Leste e Alto Tietê recebem o projeto “Cordas que Restaram” com uma empolgação contagiante. Os alunos com faixa etária entre 15 e 17 anos se encantam com a proposta contemporânea da musica clássica. Este é mais um projeto musical da Oseec que consiste em uma belíssima apresentação orquestral nas escolas públicas.